não tomo refrigerante, nem suco de caixinha ou latinha. digo que odeio de polpa também, mas se tomo pensando que é natural, acho gostoso (quando descubro a fraude, digo que achei horrível o gosto). prefiro peixe a carne, carne a frango e frango a salada. no fundo, eu queria ser vegetariana, acho. mas, não dá. não consigo. não como nada de salada. tomo muita água, num gole só. fico bebada com muito pouco e todo mundo sabe. sou viciada em abacaxi (principalmente, os que vendem na rua nos carrinhos de mão. o que você pegar, será meu. com certeza). não gosto de maracujá. nem de um monte de coisa. sou chata, muito chata.
tenho hipoglicemia e se digo que vou desmaiar, desmaio mesmo. não é exagero. um nescau (ou toddy, que é melhor) resolve o problema. PS: me irrita o fato de nescau ser top of mind, inclusive comigo. tenho miopia e quase não enxergo sem lente. não consigo usar óculos fora da sala de aula ou de casa. se eu não fizesse jornalismo, faria publicidade. se eu não fizesse publicidade, faria psicologia. se eu não fizesse psicologia, faria nutrição. ainda bem que faço jornalismo.
durmo cedo e acordo cedo. prefiro casa a balada. com um bom livro, ou filme, ou computador mesmo. balada só se for muito tentadora. canso/me irrito fácil. se tiver chata, 2 da manhã já estou fazendo cara feia. volto da balada vazia, fedida e descabelada. acordo igual um panda (lápis e rímel) e gosto disso. acho lindo, na verdade. odeio gloss, base precisa ser pouca e NADA, sob hipótese alguma, de BRILHO. pelo amor de Deus. não posso ver ninguém caindo na rua que rio, na cara dura. aliás, rio por tudo. e não é desespero. eu acho. gosto de matemática, física e química, mas não tenho mais contato com elas e nem faço tanta questão. prefiro história, português e literatura. sobretudo, portugês. no entanto (calculo que já tenham muitos "mas" nesse post, todavia não vou relê-lo), bato-me (há. ênclise obrigatória devido a vírgula) em casos de plural hifenizado. de crase e vírgulas eu entendo um bucado. prefiro sempre um ponto a uma vírgula. tenho ciume de pessoas e objetos. mas, nunca me importo em emprestar livros. em caso de brigas mea culpa, sempre tento fazer dar risada. é inconveniente, às vezes. eu sou inconveniente, às vezes. quando a culpa é sua, eu faço um doce, mas não fico brava por muito tempo e volto ao normal rápido. até lembrar que estava brava. daí mais um pouco de doce. sou chorona. muito. e manhosa. e, dizem as más línguas, que sou mimada. mas é mentira, eu sei. adoro palavras cruzadas. sobretudo, as avulsas em jornais e revistas. não que eu não goste de revisitinhas tipo coquetel, mas as avulsas são emocionantes demais. aprendi a não guardar mágoa de ninguém e posso dizer que não desgosto de ninguém. mentira. ah, não sei mentir. sempre desminto. sorte de todos. acho que sei fazer mágica e acho que sei falar francês. a configuração do meu ipod é em francês. nada mais poser. se eu falar com você em francês, sóbria, é porque temos intimidade. penso em inglês, às vezes. sonho em inglês, às vezes. sem legenda. afino a voz pra falar em portunhol. enjôo fácil das pessoas e isso é triste. mas, sou sincera e assumo. geralmente a culpa não é minha. costumo combinar as coisas e depois me arrepender. dificilmente furo. mentira. mas ,sempre aviso com bastante antecedência. e as desculpas nem sempre são mentiras. minhas avós fazem aniversário, eu tenho dor de cabeça e, se digo que tive cólica, é porque tive mesmo. sou traumatizada. não brinco com a cólica. tá, tem exceções. não sei mentir. entre autores vivos, prefiro os estrangeiros (com exceções, como o dalton trevisan). entre os mortos, prefiro os brasileiros (com exceções, como os beat). tenho lido mais contos e poesias, que romances. gosto e tenho lido muito de caio fernando, lispector e leminski. eles e ela tiram meu sono. sinto um pouco de tristeza. nunca vou escrever como eles. não sei escrever de amor.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
golden ticket - o resultado
Deus queira que todas as minhas previsões se concretizem com êxito como aconteceu com a tal história do golden ticket.
eu nunca me engano.
em um ônibus repleto de jovens e um só senhor desastrado (bateu no meu braço e derrubou a mochila na minha cabeça) quem senta na poltrona 01, logo ao meu lado ?
pois é.
e acertei completamente.
a criança estava do outro lado. comendo cheetos.
se dormi?
an an.
eu nunca me engano.
em um ônibus repleto de jovens e um só senhor desastrado (bateu no meu braço e derrubou a mochila na minha cabeça) quem senta na poltrona 01, logo ao meu lado ?
pois é.
e acertei completamente.
a criança estava do outro lado. comendo cheetos.
se dormi?
an an.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
espero.
Dizem por aí que quando a gente quer muito que uma coisa aconteça e fica pensando que ela vai dar certo, ela acaba acontecendo.
Assim espero e que espero.
Assim espero e que espero.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
golden ticket
fui comprar minhas passagens pro carnaval e agora, 3 horas depois, tenho certeza que sou um caso perdido. vi filmes demais, li livros demais. só pode.
compramos a de ida todos juntos, em lugares lado a lado.
ninguém comprou a de volta. ninguém, exceto eu.
tudo por causa da minha mania de querer tudo planejado e certinho associada ao fato de eu viver em uma ficção e à minha impaciência com filas em pleno carnaval.
se parasse por aí, tudo bem. totalmente aceitável.
o problema é que eu quis ir justamente no ônibus que só tinha UM LUGAR. aquele único lugar me fez sentir encontrando o golden ticket do willy wonka, a pessoa mais sortuda do mundo.
é a poltrona número 2 (na frente, corredor) - contrariando toda minha preferência por fundo e janela. mas pouco me importava. é ÚLTIMO LUGAR DO ÔNIBUS (que me soa disputado visto que suas passagens estão quase esgotadas) e é MEU.
aceitei na hora, na maior empolgação. me senti a mais especial de todas.
depois a gente pára e pensa. voltar sozinha e ao lado de algum desconhecido - que ou é criança, ou uma senhora carente querendo conversar ou algum gordo que ocupe meu espaço - não é muito agradável. ainda se fosse algum galã, fosse acabar em casamento e nossa história tema dos almoços em família de domingo. mas eu duvido. já foi sorte demais eu pegar o ÚLTIMO LUGAR DO ÔNIBUS MAIS DISPUTADO.
ai, pelo menos o horário dele me agrada.
compramos a de ida todos juntos, em lugares lado a lado.
ninguém comprou a de volta. ninguém, exceto eu.
tudo por causa da minha mania de querer tudo planejado e certinho associada ao fato de eu viver em uma ficção e à minha impaciência com filas em pleno carnaval.
se parasse por aí, tudo bem. totalmente aceitável.
o problema é que eu quis ir justamente no ônibus que só tinha UM LUGAR. aquele único lugar me fez sentir encontrando o golden ticket do willy wonka, a pessoa mais sortuda do mundo.
é a poltrona número 2 (na frente, corredor) - contrariando toda minha preferência por fundo e janela. mas pouco me importava. é ÚLTIMO LUGAR DO ÔNIBUS (que me soa disputado visto que suas passagens estão quase esgotadas) e é MEU.
aceitei na hora, na maior empolgação. me senti a mais especial de todas.
depois a gente pára e pensa. voltar sozinha e ao lado de algum desconhecido - que ou é criança, ou uma senhora carente querendo conversar ou algum gordo que ocupe meu espaço - não é muito agradável. ainda se fosse algum galã, fosse acabar em casamento e nossa história tema dos almoços em família de domingo. mas eu duvido. já foi sorte demais eu pegar o ÚLTIMO LUGAR DO ÔNIBUS MAIS DISPUTADO.
ai, pelo menos o horário dele me agrada.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
retomada
auto-escola-chata. subway sozinha (só rúcula e alface de salada. e tá ótimo han). muita garoa. música alta no ipod. livro. amigos. finalmente. risadas. carnaval. capuccino. fofocas.
a volta é mais ou menos assim. e é um alívio.
gostei da volta pra casa também. confesso que senti falta de viajar no ônibus (ei, prefiro continuar a "auto-escola-chata", mãe).
logo no começo, entra uma mulher meio estranha. não sei se ela tava falando sozi:nha, comendo chiclets de um jeito horroroso ou se estava incomodada com a dentadura. prestei atenção por uns 5 minutos. cheguei à conclusão de que eram as três coisas ao mesmo tempo. tentei ler os lábios dela e acho que o que eu entendi eram coisas da minha cabeça.
não tenho o talento dos surdos-mudos do Fantástico.
logo me distraí com o outdoor de um motel. ele dizia mais ou menos isso: "durante a vida são trocados cerca de 24 mil beijos". nem preciso dizer que virou o tema central dos meus pensamentos. fiz cálculos. muitos deles. acho que a estatística tá bem errada (é bem mais) e olha que nem sou tão beijoqueira assim.
pra fechar com chave de ouro, o rapaz do meu lado estava checando sua agenda. ele tava no dia 1o de janeiro. e eu pude ler todas suas "velhas promessas de ano novo". achei demais. mas não as publicaria aqui, seria muita invasão de privacidade.
:P
a volta é mais ou menos assim. e é um alívio.
gostei da volta pra casa também. confesso que senti falta de viajar no ônibus (ei, prefiro continuar a "auto-escola-chata", mãe).
logo no começo, entra uma mulher meio estranha. não sei se ela tava falando sozi:nha, comendo chiclets de um jeito horroroso ou se estava incomodada com a dentadura. prestei atenção por uns 5 minutos. cheguei à conclusão de que eram as três coisas ao mesmo tempo. tentei ler os lábios dela e acho que o que eu entendi eram coisas da minha cabeça.
não tenho o talento dos surdos-mudos do Fantástico.
logo me distraí com o outdoor de um motel. ele dizia mais ou menos isso: "durante a vida são trocados cerca de 24 mil beijos". nem preciso dizer que virou o tema central dos meus pensamentos. fiz cálculos. muitos deles. acho que a estatística tá bem errada (é bem mais) e olha que nem sou tão beijoqueira assim.
pra fechar com chave de ouro, o rapaz do meu lado estava checando sua agenda. ele tava no dia 1o de janeiro. e eu pude ler todas suas "velhas promessas de ano novo". achei demais. mas não as publicaria aqui, seria muita invasão de privacidade.
:P
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
mundo aos meus pés
como aconteceu coisa nesse meio tempo. fiz 18 anos que, ao contrário do que reza a lenda, farão um pouco de diferença pra mim. pelo menos é o que tudo indica. começo auto-escola sexta-feira e logo tiro meu passaporte (que, segundo consta, não ficará na gaveta). descobri que tudo que preciso para voltar renovada é fugir para o sol e ficar cercada água por todos os lados, como uma ilha. não que eu discorde de John Donne com toda aquela história de que nenhum homem é uma ilha. mesmo. mas é bom, às vezes, ser ilha.
gosto dessa sensação de ter a planta dos pés no chão, mas a ponta dos dedos tocando as estrelas.
gosto de ficar na ponta dos pés e sentir as estrelas com a palma da minha mão.
só não vou pular para agarrar as estrelas. tirá-las do lugar delas e arriscar cair.
cair com estrela na mão é ruim.
sem elas, é pior ainda.
fico no chão.
gosto dessa sensação de ter a planta dos pés no chão, mas a ponta dos dedos tocando as estrelas.
gosto de ficar na ponta dos pés e sentir as estrelas com a palma da minha mão.
só não vou pular para agarrar as estrelas. tirá-las do lugar delas e arriscar cair.
cair com estrela na mão é ruim.
sem elas, é pior ainda.
fico no chão.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
lição de casa
Tá. Vou ensinar.
É bem fácil deixar de gostar de uma música considerada uma das favoritas: basta colocá-la como seu despertador do celular.
JURO que funciona.
Resta aprender como deixar de gostar de coisas mais (in)uteis, vender a idéia e ficar rica.
há.
É bem fácil deixar de gostar de uma música considerada uma das favoritas: basta colocá-la como seu despertador do celular.
JURO que funciona.
Resta aprender como deixar de gostar de coisas mais (in)uteis, vender a idéia e ficar rica.
há.
sábado, 22 de dezembro de 2007
deixa ser, como será !
já é dia 22 e, pelo menos pra mim, o ano já acabou.
talvez ele não esteja acabando tão bem quanto começou. talvez ele esteja acabando exatamente como no ano passado. talvez não. talvez sim.
Mas as agitações não são só nos extremos. no início e no fim. tudo muda, o tempo todo.
e 2007 não foi diferente.
vida nova. nova vida.
me surpreendi, surpreendi e fui surpreendida. me apaixonei e desapaixonei algumas vezes. pensei que duraria pra sempre, pensei que duraria uma semana. duraram o mesmo tempo.
perdi a paciência, o fôlego, o ar, o medo, a paz. não perdi a noção.
ganhei experiência, planos, certezas, incertezas.
ganhei presentes, desses pra sempre. me fiz presente, algumas vezes. pra sempre.
conheci mil pessoas. reconheci outras. me reconheci em algumas.
aprendi a selecionar.
ganhei uma família no trabalho e um trabalho na família.
trabalhei. me senti útil e inútil diversas vezes.
vi voltarem, vi partirem. vi perto, vi longe.
continuo vendo.
vendada talvez. nunca vendida.
me encontrei algumas vezes. me perdi em outras. me perderam. me encontraram. me ganharam.
escrevi escrevi escrevi. fiz o que sempre quis fazer.
me virei, me desdobrei, me retorci, me alonguei.
chorei. de alegria, tristeza, saudade, arrependimento, ódio, raiva, medo.
ri. de alegria, tristeza, saudade, arrependimento, ódio, raiva, medo.
não tive muitas perguntas respondidas.
me confundi. confundi. me confundiram.
consolei. fui consolada. fui consolo.
fiz escolhas. as minhas escolhas.
tive surpresas agradáveis e desagradáveis. me senti completa, me senti vazia. fiquei cheia.
no momento, só quero que o ano termine para os outros. por mais que ele já tenha terminado, pelo menos para mim. e não sei explicar ao certo o porquê. ou sei. vai saber.
2008?
espero que comece como 2007. mas seu fim está longe demais.
"Deixa ser, como será !"
já diziam os barbudos responsáveis pela minha trilha sonora desse ano.
talvez ele não esteja acabando tão bem quanto começou. talvez ele esteja acabando exatamente como no ano passado. talvez não. talvez sim.
Mas as agitações não são só nos extremos. no início e no fim. tudo muda, o tempo todo.
e 2007 não foi diferente.
vida nova. nova vida.
me surpreendi, surpreendi e fui surpreendida. me apaixonei e desapaixonei algumas vezes. pensei que duraria pra sempre, pensei que duraria uma semana. duraram o mesmo tempo.
perdi a paciência, o fôlego, o ar, o medo, a paz. não perdi a noção.
ganhei experiência, planos, certezas, incertezas.
ganhei presentes, desses pra sempre. me fiz presente, algumas vezes. pra sempre.
conheci mil pessoas. reconheci outras. me reconheci em algumas.
aprendi a selecionar.
ganhei uma família no trabalho e um trabalho na família.
trabalhei. me senti útil e inútil diversas vezes.
vi voltarem, vi partirem. vi perto, vi longe.
continuo vendo.
vendada talvez. nunca vendida.
me encontrei algumas vezes. me perdi em outras. me perderam. me encontraram. me ganharam.
escrevi escrevi escrevi. fiz o que sempre quis fazer.
me virei, me desdobrei, me retorci, me alonguei.
chorei. de alegria, tristeza, saudade, arrependimento, ódio, raiva, medo.
ri. de alegria, tristeza, saudade, arrependimento, ódio, raiva, medo.
não tive muitas perguntas respondidas.
me confundi. confundi. me confundiram.
consolei. fui consolada. fui consolo.
fiz escolhas. as minhas escolhas.
tive surpresas agradáveis e desagradáveis. me senti completa, me senti vazia. fiquei cheia.
no momento, só quero que o ano termine para os outros. por mais que ele já tenha terminado, pelo menos para mim. e não sei explicar ao certo o porquê. ou sei. vai saber.
2008?
espero que comece como 2007. mas seu fim está longe demais.
"Deixa ser, como será !"
já diziam os barbudos responsáveis pela minha trilha sonora desse ano.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
inferno astral
Daqui a 29 dias, dia 4 de janeiro, eu faço 18 anos. Ou 13 anos. Dependendo do referencial.
Desde o dia 4 de dezembro estou no meu inferno astral.
Eu nunca acreditei muito nessas coisas, mas os últimos dois dias me provaram que isso existe.
Chuvas em momentos inoportunos, discussões, conspirações, pirações, e tantas outras "ões" que nem valem a pena ser citadas.
acho chato.
Dizem que depois da tempestade, vem a calmaria.
O que eu mais queria era dormir e só acordar quando essa chuva toda passar.
Desde o dia 4 de dezembro estou no meu inferno astral.
Eu nunca acreditei muito nessas coisas, mas os últimos dois dias me provaram que isso existe.
Chuvas em momentos inoportunos, discussões, conspirações, pirações, e tantas outras "ões" que nem valem a pena ser citadas.
acho chato.
Dizem que depois da tempestade, vem a calmaria.
O que eu mais queria era dormir e só acordar quando essa chuva toda passar.
domingo, 2 de dezembro de 2007
meu ideal de sábado a noite
Meu ideal de sábado a noite (pós vinhada de sexta, pós prova "pós vinhada" de francês, pós tarde de sábado dormida) não passa de um banho bom, cama próxima da tv lcd (leia-se: meu computador), 2 travesseiros, 2 almofadas, cabelo molhado, janela entreaberta, persiana entreaberta e aquele filme (Paris, Je t'aime) que eu estava louca para assistir.
Sozinha. Sozinha mesmo.
É necessário, de vez em quando. E no caso, não mudou minha certeza de que estava no meu ideal de sábado a noite.
O melhor de tudo é que o filme é mesmo maravilhoso e me prova que, ao contrário das pessoas, alguns filmes não nos decepcionam quando criamos expectativas em cima deles.
Sozinha. Sozinha mesmo.
É necessário, de vez em quando. E no caso, não mudou minha certeza de que estava no meu ideal de sábado a noite.
O melhor de tudo é que o filme é mesmo maravilhoso e me prova que, ao contrário das pessoas, alguns filmes não nos decepcionam quando criamos expectativas em cima deles.
